set42008

se eu pudesse elaborar

Clique para ampliar eu grávida

Continuando a desopilar o fígado, vamos lá, continuar a repetir, já que eu não posso recordar, pra quem sabe conseguir elaborar. E parar de repetir, né?

Porque eu quero emagrecer. Agora, eu digo. Na verdade, tem alguns anos que eu quero isso. Ou melhor, acho que sendo mulher nesta sociedade, desde sempre. Desde que se vaticinou que “uma mulher nunca está magra o suficiente“. Frase de nancy Reagan que acabou sendo um dos mantras do movimento Ana-Mia

Mas vamos dizer que esse “alguns anos”, que na verdade são 4, foram os anos em que isso acabou se tornando uma questão central pra mim (com tanta coisa legal pra ser a questão central da vida, eu fui arrumar logo esse!).

Eu quis, e sempre por motivos estéticos, nunca me preocupei de verdade com saúde, até porque estava gorda há pouco tempo e não achava que poderia fazer tanto estrago tão depressa.

Mas agora, veja só, eu quero mais do que tudo que posso querer, engravidar. Eu quero muito ter outros filhos e quero engravidar mais uma vez. Mas eu tenho 37 anos e 3 meses. O relógio tá batendo tictactictac. E eu estou com mais de 90 quilos. E tem meu histórico anterior de pré-eclampsia, de diabetes gestacional. E tem a situação da minha saúde agora, do meu fígado, da glicose e tudo mais. Então acho arriscado demais engravidar assim. Embora as vezes eu me sinta tentada a ignorar isso. Porque se eu fico tentando demais e não consigo heim? Não é a à toa que quem pensa muito não faz. Mas se tivesse dependido de mim eu acho que já teria 3 filhos. Não tem nada que eu queira mais na vida agora. Mas acho que já falei isso.

E tem hora que eu queria chutar o balde, e tomar umas anfetaminas sim. Ai eu emagrecia rápido e pobrema resorvido. Mas né, para pobremas reais, não existem soluções imaginárias…

Mas pra minha sorte eu nunca tolerei mais do que uma semana de anfetamina. Ai eu não tenho muita alternativa. Mas pôxa, ta faltando força de vontade, a mardita. Eu fico pensando, em que momento da vida a gente adquire força de vontade. Capacidade de renunciar ao principio do prazer (já falei disso aqui), que eu não tenho. Isso me intriga, eu penso em como é isso. Sera inato, será adquirido? Será que educar alguém pra isso adianta? Eu sou muito, muito hedonista, estou no paraíso infantil das gratificações imediatas ainda. Mas a que preço? Ai como eu queria ter força de vontade!

Vou ali dar uma olhada nesse livro pra ver se encontro algo, porque minha cabeça já ta até fedendo de tanto pensar sem que eu consiga encontrar a resposta, sem que eu tenha passado ainda pelo ponto de viragem. Dá vontade de gritar, acorda!

set42008

yada yada parte 3.987

Ontem eu jaquei feio. Mas tão feio que não tenho nem coragem de contar aqui. Aliás nem deveria estar falando isso aqui, mas se não falar aqui onde vou falar? Lá no curso de emagrecimento não dá pra falar, porque a médica, se por um lado é muito boa, fera mesmo em nutrição, alimentos saudáveis e boas escolhas, por outro lado pesa os mesmo 40 quilos desde os 12 anos e não vai entender da minha fome. E sim, não é preciso ter adoecido pra tratar da doença não, eu concordo, mas vamos combinar que fome não é uma doença cujos sintomas estejam descritos em algum manual, ou que haja algum exame pra fazer e detectar ou algum remédio pra tratar né? E de mais a mais é algo que não dá pra ser tratado pelo viés de escolhas saudáveis. A minha fome não.

E não, eu não estou desqualificando a médica, ela realmente é ótima, e o curso dela é muito bom. E ao que parece funciona. Devagar, mas deve ter seus efeitos. E eu vou continuar fazendo, mas sinto que não vai adiantar, porque minha doença ela não pode tratar. Mas não porque ela não é boa, ela é, mas porque minha doença é de uma natureza diferente.

Eu sinto muita fome. E isso é um dado. Pode ser psicológica, pode ser carência, pode ser pra preencher algum vazio, pode ser pra me sabotar, pra me defender, enfim, pode ser muita coisa, mas o fato é que se ela não é real, pelo menos ela se manifesta no físico e dói igualzinho a uma fome real.

Eu queria muito descobrir algo que fortalecesse a vontade interior. Eu sinto que essa é a chave que me escapa, eu não consigo sustentar a vontade por muito tempo. Sinto como se eu fosse ( e de fato sou) uma viciada em droga pesada. E acho que seria mais fácil par mim se fosse uma droga que eu pudesse parar de consumir de vez, abstinência total. Mas com comida não é assim. E eu olho tristemente o percurso se repetir, eu vou bem algum tempo, depois tropeço, logo em seguida caio, fico altamente deprimida e sem forças, com raiva, muita raiva de mim mesma e não consigo continuar. E a culpa não é de ninguém, não é da médica, não é daqueles que deveriam ter paciência comigo e não têm, não há culpados, exceto eu mesma. eu já deveria estar madura o suficiente pra conseguir controlar isso, mas não estou. E é tão ridiculo isso, tão imaturo. Não ter forças pra controlar o desejo diante de uma comida parece algo tão idiota. Tão infantil. E dá pra entender exatamente porque muitas vezes os outros infantilizam esses problema de ser gordo, porque olhando de longe parece fácil e parece ridiculo, mas não é pra quem está vivendo a coisa.

Enfim, hoje minha fé em mesma está muito abalada e eu estou quase naquela de desistir de mim.

Mas não, não vou fazer isso. Num próximo post explico melhor porque quero e preciso tanto emagrecer. E repito alto mais uma vez, não, eu não vou desitir, algum dia eu consigo. Hoje tive impulso já tão cedo de jacar mas não me deixei levar. E nem vou. Até mais, obrigada pela companhia. Esse blog é o que me salva. Eu vou escrever nele até cansar, só de sentar aqui eu já me sinto mais motivada. Os outros mecanismos estão meio desérticos por ora.

set42008

yada yada parte 3.987

“O que é dignidade sem honestidade?”

Cícero

Ontem eu jaquei feio. Mas tão feio que não tenho nem coragem de contar aqui. Aliás nem deveria estar falando isso aqui, mas se não falar aqui onde vou falar? Lá no curso de emagrecimento não dá pra falar, porque a médica, se por um lado é muito boa, fera mesmo em nutrição, alimentos saudáveis e boas escolhas, por outro lado pesa os mesmo 40 quilos desde os 12 anos e não vai entender da minha fome. E sim, não é preciso ter adoecido pra tratar da doença não, eu concordo, mas vamos combinar que fome não é uma doença cujos sintomas estejam descritos em algum manual, ou que haja algum exame pra fazer e detectar ou algum remédio pra tratar né? E de mais a mais é algo que não dá pra ser tratado pelo viés de escolhas saudáveis. A minha fome não.

E não, eu não estou desqualificando a médica, ela realmente é ótima, e o curso dela é muito bom. E ao que parece funciona. Devagar, mas deve ter seus efeitos. E eu vou continuar fazendo, mas sinto que não vai adiantar, porque minha doença ela não pode tratar. Mas não porque ela não é boa, ela é, mas porque minha doença é de uma natureza diferente.

Eu sinto muita fome. E isso é um dado. Pode ser psicológica, pode ser carência, pode ser pra preencher algum vazio, pode ser pra me sabotar, pra me defender, enfim, pode ser muita coisa, mas o fato é que se ela não é real, pelo menos ela se manifesta no físico e dói igualzinho a uma fome real.

Eu queria muito descobrir algo que fortalecesse a vontade interior. Eu sinto que essa é a chave que me escapa, eu não consigo sustentar a vontade por muito tempo. Sinto como se eu fosse ( e de fato sou) uma viciada em droga pesada. E acho que seria mais fácil par mim se fosse uma droga que eu pudesse parar de consumir de vez, abstinência total. Mas com comida não é assim. E eu olho tristemente o percurso se repetir, eu vou bem algum tempo, depois tropeço, logo em seguida caio, fico altamente deprimida e sem forças, com raiva, muita raiva de mim mesma e não consigo continuar. E a culpa não é de ninguém, não é da médica, não é daqueles que deveriam ter paciência comigo e não têm, não há culpados, exceto eu mesma. eu já deveria estar madura o suficiente pra conseguir controlar isso, mas não estou. E é tão ridiculo isso, tão imaturo. Não ter forças pra controlar o desejo diante de uma comida parece algo tão idiota. Tão infantil.  E  dá pra entender exatamente porque muitas vezes os outros infantilizam esses problema de ser gordo, porque olhando de longe parece fácil e parece ridiculo, mas não é pra quem está vivendo a coisa.

Enfim, hoje minha fé em mesma está muito abalada e eu estou quase naquela de desistir de mim.

Mas não, não vou fazer isso. Num próximo post explico melhor porque quero e preciso tanto emagrecer. E repito alto mais uma vez, não, eu não vou desitir, algum dia eu consigo. Hoje tive impulso já tão cedo de jacar mas não me deixei levar. E nem vou. Até mais, obrigada pela companhia. Esse blog é o que me salva. Eu vou escrever nele até cansar, só de sentar aqui eu já me sinto mais motivada. Os outros mecanismos estão meio desérticos por ora.

set12008

106

Eu estou fazendo acupuntura e freqüentando umas reuniões pra emagrecer. Na verdade a acupuntura é pra algo mais além de emagrecer, claro. As reuniões são uma droga, tudo que fala lá eu já sei e vai ser um esforço realmente hercúleo não desistir, ainda mais porque é sábado pela manhã. Mas tudo bem, meu raciocínio é o seguinte: se eu já sei tudo que fala lá e mesmo assim não consegui nada sozinha, vai que em grupo eu consiga? A única coisa boa de lá é que eu saio animada a consumir coisas saudáveis. Isso é bom, acho que eu preciso desse tipo de balela pra seguir em frente. Acontece que a médica que conduz o grupo e a acupuntura não passa nenhuma dieta. Segundo ela não é necessário, ela não acredita nisso. Não há pesagens nem nada.

Então eu resolvi seguir a dieta dos pontos do VP, porque acho que fico solta demais se não seguir algo. Não me sinto segura.

Mas tenho notado que todo dia gasto meus pontos em pelo menos um item inútil. (Quando faço, porque semana passada foram dois dias sem fazer, como é que pode meus zeus?) Tipo assim, eu posso comer 26 pontos. E hoje gastei nove em nada melhor que biscoito de polvilho! Só pela ânsia de mastigar algo quando pensamentos ruins me atacaram. (Mas eu fiz a relação pensamentos ruins/ânsia oral agora, bem depois do ataque.) E percebi que semana passada fiz isso praticamente todos os dias, gastar pontos com coisas ruins e inúteis. Porque biscoito de polvilho como já diz o ditado…

Agora sei que ataquei o biscoito inútil porque lembrei que devia ter mandado um texto pra minha orientadora e não mandei (mandei agora, ufa!) e o tempo está passando e ela pode desistir de mim, o que eu não quero que aconteça, porque outra orientadora que nem ela eu não vou conseguir! Mas na hora não fiz a ligação, simplesmente fui lá e comi um treco sem sabor, que faz mal para mim e ainda por cima com tantos pontos que quando fui contar eu quase caí pra trás.

Eu quero conseguir atacar esses sentimentos antes que eles me dominem. Atacar (modo de dizer) os sentimentos, não a comida.

Estou fazendo as coisas razoavelmente direitinho. Tenho meditado todos os dias pela manhã. O ideal é duas vezes por dia, mas pra quem não fazia nada… Minha alimentação também, fora essas coisas que disse, está um primor. Pode melhorar ainda mais, mas tenho certeza que já está bem nutritiva. Também tenho voltado aos poucos a fazer o qi, mas não entendo porque não consigo fazer direito ainda. E tenho tentado postar mais, pensar mais sobre o assunto, e tento me manter mais disciplinada. Tá indo, tá indo, bem melhor. E quem sabe um dia desses eu consigo heim?

set12008

Eu estou fazendo acupuntura e freqüentando umas reuniões pra emagrecer. Na verdade a acupuntura é pra algo mais além de emagrecer, claro. As reuniões são uma droga, tudo que fala lá eu já sei e vai ser um esforço realmente hercúleo não desistir, ainda mais porque é sábado pela manhã. Mas tudo bem, meu raciocínio é o seguinte: se eu já sei tudo que fala lá e mesmo assim não consegui nada sozinha, vai que em grupo eu consiga? A única coisa boa de lá é que eu saio animada a consumir coisas saudáveis. Isso é bom, acho que eu preciso desse tipo de balela pra seguir em frente. Acontece que a médica que conduz o grupo e a acupuntura não passa nenhuma dieta. Segundo ela não é necessário, ela não acredita nisso. Não há pesagens nem nada.

Então eu resolvi seguir a dieta dos pontos do VP, porque acho que fico solta demais se não seguir algo. Não me sinto segura.

Mas tenho notado que todo dia gasto meus pontos em pelo menos um item inútil. (Quando faço, porque semana passada foram dois dias sem fazer, como é que pode meus zeus?) Tipo assim, eu posso comer 26 pontos. E hoje gastei nove em nada melhor que biscoito de polvilho! Só pela ânsia de mastigar algo quando pensamentos ruins me atacaram. (Mas eu fiz a relação pensamentos ruins/ânsia oral agora, bem depois do ataque.) E percebi que semana passada fiz isso praticamente todos os dias, gastar pontos com coisas ruins e inúteis. Porque biscoito de polvilho como já diz o ditado…

Agora sei que ataquei o biscoito inútil porque lembrei que devia ter mandado um texto pra minha orientadora e não mandei (mandei agora, ufa!) e o tempo está passando e ela pode desistir de mim, o que eu não quero que aconteça, porque outra orientadora que nem ela eu não vou conseguir! Mas na hora não fiz a ligação, simplesmente fui lá e comi um treco sem sabor, que faz mal para mim e ainda por cima com tantos pontos que quando fui contar eu quase caí pra trás.

Eu quero conseguir atacar esses sentimentos antes que eles me dominem. Atacar (modo de dizer) os sentimentos, não a comida.

Estou fazendo as coisas razoavelmente direitinho. Tenho meditado todos os dias pela manhã. O ideal é duas vezes por dia, mas pra quem não fazia nada… Minha alimentação também, fora essas coisas que disse, está um primor. Pode melhorar ainda mais, mas tenho certeza que já está bem nutritiva. Também tenho voltado aos poucos a fazer o qi, mas não entendo porque não consigo fazer direito ainda. E tenho tentado postar mais, pensar mais sobre o assunto, e tento me manter mais disciplinada. Tá indo, tá indo, bem melhor. E quem sabe um dia desses eu consigo heim?

set12008

artenção

Desenho desse blog delicioso

A Isa fez um post hoje que me fez lembrar de uma ficha que caiu esse ano pra mim. As distrações do caminho. Aquelas coisas, problemas e preocupações do caminho nos quais a gente fica pensando e que na verdade só servem pra desviar a gente do foco principal. Porque normalmente a gente sabe o que é o principal e fica alimentando as distrações pra não encarar o cerne das questões mais importantes.

Um dos meus focos principais é ficar saudável novamente.Se eu me perco no dia-a-dia pensando na alta do petróleo, no grampo no STF, na roupa pra lavar, e uso isso pra ocupar minha cabeça e convenientemente esquecer o foco, é péssimo. Principalmente poque o tempo tá passando muito mais rápido e quando eu vi passaram-se mais 5, 10 quilos. Ou meses. E eu fiquei na mesma.

E eu fazia muito, muito isso, me enredava num mar emaranhado de distrações que me preenchiam o tempo e negligenciava as questões importantes, mais importantes.Hoje não é que não faça isso. Ainda faço, mas tento sempre voltar ao foco principal. Alguma coisa melhorou bastante. Ainda não foi suficiente, mas pelo menos eu me engano menos. E de tanto me obrigar a pensar no principal, acabo tendo que fazer algo a respeito. Essa ficha foi muito importante pra im, desde que eu vi a sua caída, as coisas mudaram e posso dizer sem medo de errar que minha vida melhorou.

set12008

atenção

Desenho desse blog delicioso

A Isa fez um post hoje que me fez lembrar de uma ficha que caiu esse ano pra mim. As distrações do caminho. Aquelas coisas, problemas e preocupações do caminho nos quais a gente fica pensando e que na verdade só servem pra desviar a gente do foco principal. Porque normalmente a gente sabe o que é o principal e fica alimentando as distrações pra não encarar o cerne das questões mais importantes.

Um dos meus focos principais é ficar saudável novamente.Se eu me perco no dia-a-dia pensando na alta do petróleo, no grampo no STF, na roupa pra lavar, e uso isso pra ocupar minha cabeça e convenientemente esquecer o foco, é péssimo. Principalmente poque o tempo tá passando muito mais rápido e quando eu vi passaram-se mais 5, 10 quilos. Ou meses. E eu fiquei na mesma.

E eu fazia muito, muito isso, me enredava num mar emaranhado de distrações que me preenchiam o tempo e negligenciava as questões importantes, mais importantes.Hoje não é que não faça isso. Ainda faço, mas tento sempre voltar ao foco principal. Alguma coisa melhorou bastante. Ainda não foi suficiente, mas pelo menos eu me engano menos. E de tanto me obrigar a pensar no principal, acabo tendo que fazer algo a respeito. Essa ficha foi muito importante pra im, desde que eu vi a sua caída, as coisas mudaram e posso dizer sem medo de errar que minha vida melhorou.

ago312008

mudança de hábito alimentar

MUDANÇA DE HÁBITO ALIMENTAR
Editora: Tecmedd
ISBN-10: 8573630868 ISBN-13:
Idioma: Português
Origem: Nacional
Edição: 1
Número de páginas: 140
Lançamento: 20/5/2003

A idéia básica deste livro é servir de instrumento de apoio para os colegas médicos como para os pacientes, nos casos onde se busca uma reeducação dos hábitos alimentares. Este livro vai ser útil para quem quer emagrecer naturalmente, mas principalmente para quem está buscando algum equilíbrio a partir da alimentação. É um livro sobre alimentos, sem dietas radicais ou mirabolantes.Neste livro o leitor vai encontrar uma introdução às bases da medicina chinesa, onde serao explicados os mecanismos de adoecimento e sua correspondência com os diagnósticos alopáticos. Será feita também uma descrição dos alimentos a partir de um ponto de vista energético, e aqui talvez resida a maior diferença entre este livro e outros sobre alimentação.

Livro todo lido. concluído em 30/08/08

ago292008

o balde em pé

«A forma como vemos o problema é o problema.»

Stephen R. Covey

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Então eu emagreci. Bastante até pra tão pouco tempo. Mas a sabotadora já acordou, essa fera adormecida. Acordou ontem, na saída maravilhosa com Lolló e Cyntia (mais detalhes aqui) em que eu tomei dois chopps, com o fígado ferrado. E hoje, no almoço com as meninas eu nem vou contar que tomei um milk shake e meio de nutella. Vocês já viram o tamanho do bichinho? E rachei de dor de cabeça e me fez mal e tudo. Eu preciso muito entender o mecanismo que me faz fazer isso. Coisas sem necessidade, que eu como sem tanta vontade assim. Saco isso. Saco dar pano pra manga, saco isso de não poder confiar em mim mesma, saco esse papo de bêbado-aiaiai-vou-me-arrepender-e-mudar. Vou poupar vocês da ladainha.

Como eu coloco essa chata estraga-prazeres pra dormir, eu não sei ainda.

Estou namorando a idéia de ficar totalmente sem açúcar por um tempo pra ver como é. A experiencia da Vania San tá me despertando muito a curiosidade.

ago292008

liniers

Lolló, eu também amo Liniers!

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