Advirto, seja quem fores!
— Inscrição no Oráculo de Delfos
Ó tu, que desejas sondar os arcanos da natureza; se não achares dentro de ti aquilo que procuras, também não poderás encontrar fora. Se tu ignoras as excelências de tua própria casa, como pretendes encontrar outras excelências? Em ti está oculto o tesouro dos tesouros.
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Quanto mais pesado o fardo, mais nossas vidas se aproximam da terra, fazendo-se tanto mais reais e verdadeiras.
Inversamente, a ausência absoluta de um fardo faz com que o homem se torne mais leve do que o ar, fá-lo alçar-se às alturas, abandonar a terra e sua existência terrena, tornando-o apenas parcialmente real, seus movimentos tão livres quanto insignificantes.
O que escolheremos então? O peso ou a leveza?
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| Peso | 96 |
| Cintura | 110 |
| Pescoço | 41 |
| Braço | 41 |
| Barriga | 110 |
Eu estou vestida e armada com as roupas e as armas de São Jorge, para que os meus inimigos tenham pés e não me alcancem, tenham mãos e não me toquem, tenham olhos e não me vejam, e nem mesmo em pensamento eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão. Facas e espadas, se quebrem sem o meu corpo tocar. Cordas e correntes, arrebentem sem o meu corpo amarrar. Amém. Que o nosso Guerreiro São Jorge interceda junto à Deus por Nós!
Eu tenho fome de pão, de afeto e de bondade.
Tenho fome de beleza, de arte e de sorrir.
Tenho fome de correr, de damasco e de caju.
Tenho fome de voar, fome de subir e fome de morango.
Também tenho fome do porvir, fome de escutar e fome de crescer.
Eu quero doçura, caloria e poesia.
Eu quero arroz, quero feijão e quero um pouco de solidão.
Mas eu quero um tantão de amor, de calor e de sorvete.
Eu quero água, nutrientes, quero paixão.
Eu tenho a fome do espírito, tenho dentes afiados.
Eu quero ser, quero viver, mas quero doer.
Eu quero meu corpo em dia, mas quero minha alma inteira.
Eu tenho a fome dos justos, dos desvalidos, não sou só pão.
Minha fome é antiga, minha língua quer sentir
todo sabor toda cor, toda comida
que engrandeça a alma, que emagreça o corpo,
Mas que alimente o espírito.
Também tenho fome de beijo de abraço e de livro bom.
Faz falta em mim sua música, perfume e ilusão.
Eu sou faminta de selva, de cinema e de licor.
Tenho suor feito de óleo e lágrimas de folhas de louro.
E sem dourar a receita, você tem fome de quê?

Nem me fale!!! O que eu mais tive na vida foi roupa com etiqueta cortada pra ninguém ver o tamanho.
Nalu, eu sempre cortei as etiquetas com a desculpa de que incomodam, penicam, mas tá a verdadeira razão, amiga!