Category: leituras

dez302009

Comer, Rezar, Amar

Comer, Rezar, Amar
A Busca de Uma Mulher Por Todas as Coisas da Vida na Itália, na Índia e na Indonésia
Elizabeth Gilbert 1a. edição, 2008

Título: Comer, Rezar, Amar Subtítulo: A Busca de Uma Mulher Por Todas as Coisas da Vida na Itália, na Índia e na Indonésia
Autor: Elizabeth Gilbert
Editora: Objetiva
Edição: 1a. edição, 2008
Idioma: Português
Número de páginas: 344 páginas
ISBN-13: 978-85-7302-892-8
Área: Literatura Estrangeira

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Eu estou lendo esse livro, já tinha folheado várias vezes, sem me animar. Agora animei, parece leitura levinha, inconsequente, como deve ser no momento. Porque eu tenho um bebê de 47 dias em casa que me demanda muito tempo, me rouba muitas horas de sono e demanda muito esforço físico e mental. Agora não cabe mais nada além de algo bem descansa cérebro. Veremos se vai valer à pena.

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Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer, mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu para uma viagem de um ano pelo mundo – sozinha. “Comer, Rezar, Amar – A Busca de Uma Mulher Por Todas as Coisas da Vida na Itália, na Índia e na Indonésia”, da editora Objetiva, é a envolvente crônica desse ano. Em Roma, estudou gastronomia, aprendeu a falar italiano e engordou os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano, dedicou-se à exploração espiritual, comungou com o divino e viajou durante quatro meses. Já em Bali, exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e também se apaixonou da melhor maneira possível: inesperadamente. Escrito com ironia, humor e inteligência, o best seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.

jun72009

a máscara da maternidade

A Mascara Da Maternidade

Por Que Fingimos Que Ser Mãe Nao Muda Nada?

Autor: MAUSHART, SUSAN
Editora: MELHORAMENTOS -
Assunto: PSICOLOGIA

ISBN: 8506048915
ISBN-13: 9788506048917
Livro em português
Brochura
1ª Edição – 2006 – 334 pág.

Sinopse

Depois que a mulher se torna mãe, sua personalidade e suas relações afetivas nunca mais são as mesmas – a presença da criança transforma completamente a visão que a mulher tem de si mesma, o casamento e a vida do casal. ‘A máscara da maternidade’ oferece uma visão realista dos bastidores do que é ser mãe hoje em dia – da gravidez e do parto ao malabarismo que é a vida das mães que trabalham fora. Uma reflexão profunda que mostra que os medos, as frustrações e as confusões dos primeiros tempos da maternidade não são prova de fracasso pessoal, mas do fracasso de uma miríade de estruturas que não funcionam, de expectativas extravagantes e de demandas conflitantes.

jan82009

o herói de mil faces

O melhor livro em tempos… Estou apaixonada, não querendo que ele termine nunca. Apaixonada por Campbell, e viciada em mitologia de novo. O que me levou com mais força para o tarô como autoconhecimento, que bom, uma jornada sem fim. Esse livro tem alegrado imensamente os meus dias, deu um novo colorido à minha vida, juntamente com o dvd O Poder do Mito, maravilhoso. Eu fico assistindo e reassistindo, deslumbrada com a sabedoria do velhinho, e sonhando envelhecer como ele.

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Enfim, esse livro e esse dvd já se tornaram um marco na minha vida, e bem na crise da meia idade que se avizinha… Estou feliz demais de ter redescoberto esse livro que eu já tinha começado a ler há tempos atrás e não continuei. Enfim, deu o click agora e eu estou quase em estado de graça por isso.
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Muito agradecida Joseph Campbell, que bom que você existiu! E que bom que você divulgou seu conhecimento, pra nós pobres mortais. Faço até reverência.

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HEROI DE MIL FACES, O
Autor: CAMPBELL, JOSEPH
Editora: PENSAMENTO
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA-MITOLOGIA

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ISBN: 8531502942 ISBN-13: 9788531502941
Livro em português Brochura 11ª Edição – 1995 416 pág.

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Embora apresentem amplas variações em termos de incidentes, de ambientes e de costumes, os mitos de todas as civilizações oferecem um número limitado de respostas aos mistérios da vida. Em ‘O herói de mil faces’, Joseph Campbell – reconhecidamente, um dos maiores estudiosos e mais profundos intérpretes da mitologia universal – apresenta o herói compósito; Apoio, Wotan, Buda e numerosos outros protagonistas da religiões, dos contos de fada e do folclore representam simultaneamente as várias fases de uma mesma história. O relacionamento entre seus simbolos intemporais e os simbolos detectados nos sonhos pela moderna psicologia profunda é o ponto de partida da interpretação oferecida por Campbell. O ponto de vista psicológico é, então, comparado com as palavras proferidas por grandes líderes espirituais, como Moisés, Jesus, Maomé, Lao-Tzu e os Anciãos das tribos australianas. Oculto por trás de um milhar de faces, emerge o herói por excelência, arquétipo de todos os mitos.

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Aqui você pode ver uma prévia dele. Aqui você pode ler on line o livro todo. E aqui você pode baixar ele na íntegra.

dez182008

o lado sombrio do prazer

Estou lendo um livro muito interessante, apesar do título muito besta. É A Fórmula da Felicidade. Gostei particularmente deste trecho abaixo.

(Terminei de ler, acheio ótimo, o melhor livro desseassunto que eu li)

Tem tudo a ver com a questão do emgrecimento, principalmente se o excesso de peso é devido à compulsão alimentar, como no meu caso.

Sobre o livro, veja aqui. Se quiser ler mais sobre o capítulo do qual eu extraí este trecho, leia aqui, O Lado Sombrio do Prazer.

(Apesar do título, o livro é legal. Eu adoro livros que falam sobre o cérebro, especialmente sobre a felicidade e o cérebro. Tem muita coisa sendo publicada esses dias sobre o tema, que certamente não deixam de ter um quê de auto-ajuda. Mesmo assim, eu gosto deste tipo de livro.)

A ânsia descontrolada pelo prazer

Uma das conclusões mais irritantes dos estudos fisiológicos sobre o sentimento de gratificação é que as dependências químicas, não importa de que natureza, usam os mesmos mecanismos que no dia-a-dia são responsáveis pelo aprendizado e pela fruição normal do prazer, sendo, portanto, necessários a sobrevivência. Precisamente por isso, o estudo das dependências também mostra revelações importantes quanto à atividade psíquica de pessoas saudáveis. A dependência é um acidente na busca de todos nós por felicidade.

A evolução não programou nada para evitar que nos prejudicássemos dessa maneira, pois não podia prever essa circunstância que só ocorreria em um futuro distante. Há uma centena de milhões de anos, quando a maior parte dos nossos padrões de comportamento atuais foi estabelecida nos genes, não se podia imaginar que os humanos um belo dia consumiriam bebidas alcoólicas, construiriam cassinos e sintetizariam cocaína. Há apenas dez gerações, na época em que a fome era um flagelo freqüente em muitos países, não se tinha idéia de que a agricultura altamente mecanizada viria a ampliar a oferta de alimentos de tal forma que a obesidade se tornaria um grave problema de saúde pública.

A dependência, portanto, pode ser compreendida como um desejo que escapou do controle. Podemos relacionar até mesmo os sete pecados capitais a um excesso da nossa aspiração natural pela felicidade. Orgulho é amor-próprio em altas doses, avareza é parcimônia excessiva e inveja é um exagero da nossa tendência natural de buscar nas outras pessoas um ponto de comparação. A gula surge sempre que o organismo não responde à ingestão de alimentos com a sensação de saciedade. A luxúria nos domina quando não encontramos no sexo uma satisfação plena, o que nos faz querer sempre mais. A ira e a agressividade descontrolada, não submetida à razão. A preguiça é o estado em que ficamos quando, depois de um relaxamento saudável, não conseguimos recuperar o ritmo e a motivação naturais. As drogas funcionam exatamente como as fatídicas alavancas nos salões de jogos e nas gaiolas dos ratos, aumentando a quantidade de dopamina no cérebro. Sob efeito do álcool, o nível dessa substância praticamente dobra; e com nicotina e cocaína, até mesmo triplica, como constatou o toxicólogo italiano Gaetano Di Chiara. Como a dopamina desperta e intensifica a atenção, depois de fumarmos um cigarro nos sentimos agradavelmente estimulados para o trabalho. Duas taças de vinho nos enchem de otimismo.

Todas as dependências químicas, portanto, estão baseadas no mesmo mecanismo, e as drogas apenas se diferenciam pela maneira como o ativam. A nicotina libera dopamina de forma mais direta, com a ativação dos neurônios correspondentes. O álcool, a heroína e a morfina aumentam o nível desse neurotransmissor por via indireta, pois inibem os neurônios que normalmente contrapõem ao circuito de expectativa. A cocaína, por sua vez, evita a reabsorção normal da dopamina pelas membranas celulares, conseguindo assim que essa substância circule por mais tempo no cérebro. Quem consome o “pó branco” vivencia um estado parecido com aquele em que se encontrava Leonard, o paciente de Oliver Sacks, sob o efeito do medicamento L-Dopa, que o fazia sentir-se todo-poderoso.

Em última análise, o que importa é saber o caminho pelo qual um nível mais alto de dopamina será obtido. É necessário que essa situação aconteça, pois ela estabelece no cérebro uma associação quase indissolúvel entre a droga e a ânsia de consumi-la. Ao reconhecer um cigarro, o cérebro de um fumante aciona imediatamente o comando “acender”. O estímulo “garrafa”, por sua vez, desencadeia o desejo de beber. Basta a visão de uma seringa para que o aviso do desejo surja no cérebro de um dependente de heroína, como mostraram análises com o tomógrafo de emissão de pósitrons. É dessa maneira que a nicotina, o álcool e a cocaína penetram nas estruturas cerebrais responsáveis pelas sensações de prazer: como os guerreiros gregos escondidos no cavalo de Tróia. Em outras palavras, o cérebro de quem tem uma dependência é como uma cidade conquistada.

Clique aqui para ler mais.

nov122008

Carta a D.

Cart a D.CARTA A D. – HISTORIA DE UM AMOR

Tradutor: AZZAN JR, CELSO
Autor: GORZ, ANDRE
Editora: COSAC NAIFY
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA-ROMANCES
Ficha Técnica
ISBN: 857503605X
ISBN-13: 9788575036051
Livro em português
Brochura – 13,5 x 20 cm 1ª Edição – 2008 – 112 pág.

Este é o último livro do filósofo francês André Gorz, escrito para homenagear sua mulher, Dorine, com quem partilhou a vida por quase sessenta anos. O casal cometeu suicidio em 22 de setembro de 2007; os corpos foram encontrados um ao lado do outro, e um cartaz, na porta de sua casa, pedindo que a polícia fosse avisada. Gorz, discípulo de Sartre e co-fundador do ‘Le Nouvel Observateur’, era um crítico radical da mercantilização das relações sociais, contrário à crença no trabalho assalariado, além de ser autor de vários livros sobre ecologia. Desde o início da década de 90 vivia em retiro com a mulher, que sofria, há anos, de uma doença degenerativa. Os dois viveram uma grande história de amor e companheirismo, após terem se conhecido em Lausanne, numa noite de neve, em outubro de 1947. Desde então, nunca mais se separaram.

Aqui você baixar as primeiras páginas do livro.Aqui você pode ler um pouco mais sobre ele.

Aqui tem uma página bonita sobre ele.

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Saiu na Imprensa:

Zero Hora / Data: 19/3/2008

Um amor para recordar

Carta a D. é uma elegia do filósofo André Gorz para a mulher com quem viveu 50 anos

Histórias de amor com algo de fatalidade estão sempre no limite incômodo entre a emoção e a hiperglicemia. É, portanto, surpreendente quando aparece um ensaio conciso, seco, honesto no limite do brutal e que é, antes de tudo, uma dilacerante carta de amor.

É o caso de Carta a D. (Annablume/Cosac Naify, 80 páginas), um relato do filósofo francês André Gorz escrito para sua esposa, a inglesa Dorine Keir, já no fim da vida do casal, ambos intelectuais militantes de esquerda.

Pouco conhecido no Brasil, Gorz (austríaco de nascimento cujo nome original era Gerhard Hirsch) foi um dos grandes pensadores europeus de esquerda no século 20. Amigo de Jean-Paul Sartre e de Simone de Beauvoir, foi um dos fundadores da revista Le Nouvel Observateur e diretor da publicação Les Temps Modernes, fundada por Sartre em 1944. Publicou dezenas de livros sobre a questão social e as relações de trabalho no capitalismo e foi um pioneiro da causa ambiental.

Carta a D., best-seller imediato na França em 2005, foi sua última obra. O livro é, ao mesmo tempo, uma reflexão lúcida e descarnada sobre o valor do amor e um balanço final da vida de seu autor, o que inclui, forçosamente e em primeiro lugar, o casamento de mais de meio século que teve com a inglesa Dorine. É ela a D. a quem a “carta” se dirige, em um texto no qual o racional ex-marxista reconhece que sua formação intelectual muitas vezes impediu-o de assumir uma postura mais emocional ao analisar os sentimentos transbordantes que nutria pela esposa.

D. não foi apenas a mulher com quem Gorz passou a vida, foi aquela com quem ele escolheu terminá-la. Em setembro do ano passado, o casal, então já com mais de 80 anos, se suicidou. Ela sofria de uma grave doença degenerativa provocada por uma substância de contraste para Raio X que não foi eliminada pelo organismo. Ao testemunhar os anos de batalha da mulher com a dor, Gorz já sinalizava na Carta a D. a atitude que o casal tomaria: “Nós desejaríamos não sobreviver um à morte do outro. Dissemo-nos sempre, por impossível que seja, que, se tivéssemos uma segunda vida, iríamos querer passá-la juntos”.

A Carta a D. de André Gorz é um testemunho que vem se juntar a um tipo peculiar recente de livros de memórias e depoimentos. Textos que buscam, por meio de narrativas de uma qualidade literária mais trabalhada, fazer uma arqueologia dos afetos revirando escombros da memória. Uma linhagem que remonta ao best-seller de 2005 O Ano do Pensamento Mágico, de Joan Didion, publicado em 2006. Textos que, como Carta a D., em vez de simplesmente narrar suas memórias, refletem sobre o próprio processo que as cristalizou.

nov72008

minúsculos assassinatos e alguns copos de leite

Nem preciso dizer que adorei. Peguei ele pra ler ante da Fal vir aqui. Onze horas da noite eu comecei. Duas da manhã eu tinha acabado de devorar, com muito, muito gosto. É delicioso, delicioso. Amei.

MINÚSCULOS ASSASSINATOS E ALGUNS COPOS DE LEITE
Autor: Fal Azevedo
ISBN: 9788532523556
Páginas: 204
Formato : 14×21

Sinopse do Livro

“Tenho 44 anos e sei que isso não é felicidade.

Mas sei também que não deixa de ser.”

Boitempo II, livro de poemas memorialísticos de Carlos Drummond de Andrade, traz o seguinte subtítulo: “esquecer para lembrar”. Parafraseando e contradizendo o “poeta maior”, a pintora quarentona Alma passa em revisão sua biografia, num ritual pessoal de “lembrar para esquecer” – um acerto de contas com o passado na tentativa de escrever felicidade em seu futuro, algo mais intenso do que “sigo vivendo”. Alma é a protagonista de Minúsculos assassinatos e alguns copos de leite, primeiro e surpreendente romance da paulistana Fal Azevedo.

A autora constrói, no livro, a narrativa de maneira não-linear, alternando discursos diferentes, momentos distantes e vozes distintas. Tais vozes interagem indiretamente com Alma, através de cartas, postais e e-mails, e confundem-se com a própria protagonista e narradora – qual um diálogo interno de alguém em auto-análise.

O nome da personagem, aliás, é o sopro de uma humanidade marcada por conflitos, diferenças, feridas. Alma desenrola, no presente, em sua casinha, na estância balneária de Bertioga, em São Paulo – em meio aos vários cachorros, inúmeros gatos, os bolos, os mimos do vizinho, Seu Lurdiano, as missivas e correios eletrônicos de uma extensa legião de amigas e amigos (Biuccia, Cláudio, Tela, Binho, Ticcia, Gigio, Rose, entre outras e outros) -, o novelo da sua vida, atravancada em nós trágicos e dolorosos.

Cada capítulo da obra é intitulado com o nome de alguma comida, tempero ou bebida – “Doce de leite”, “Croquete”, “Manjericão”, “Suco de uva”. Paladares que marcam o gosto, na memória, de cada instante vivido com pessoas que forjaram sua história: pai; mãe; a irmã do meio, Violeta; o padrasto, Eliano; a meia-irmã, Ana Beatriz; os avós paternos, Estela e Juan; os maternos, Greta e Max; o ex-marido, Otávio; a única filha, Fernanda. A lembrança é um relicário de sensações muito reais; as cicatrizes são as provas cabais da experiência – “uma vida feita de pequenas omissões e minúsculos assassinatos”. A vida que só Alma sabe viver.

Verdadeiro soco no estômago, o livro de Fal Azevedo é uma grata surpresa na cena literária contemporânea, que emociona sem pieguices. As perdas dos entes mais queridos de Alma levam, invariavelmente, o leitor a reavaliar suas relações familiares e a pensar, com o coração apertadinho, em ligar para o pai, a mãe, os irmãos, os filhos, quem quer que lhe seja especial. Afinal, a morte, essa novidade indesejada, sempre nos pega de surpresa e rouba um pedaço da gente.

nov52008

obama

Hoje é um daqueles raros dias onde a humanidade melhora. Que felicidade estar participando.

out242008

promiscuidades

“Não existem boas moças.
Todas nós somos ordinárias,
no melhor sentido da palavra.”

Naomi Wolf

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Tem algum tempo que eu estou com dificuldade de terminar um livro. Eu nunca consigo ficar sem ler, não se passa um dia sem que eu leia algumas páginas, mas tem tanta coisa interessante, tem tanto livro bom pra ler que eu sempre começo um monte e vou pulando de galho em galho e não termino. No momento eu luto pra terminar esses quatro aqui, mais especialmente o das compulsões, porque os outro vão devagar, devagar mesmo.

Mas daí a bocó me chama pra ler um livro de uma autora que eu gosto muito, a Naomi Wolf. E eu aceitei. Modos que comecei mais um livro. E de cara já gostei do resumo que catei por aí na internet. O livro é Promiscuidades.

Ai embaixo tem informações sobre ele. Retiradas daqui

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Em seu novo livro Promiscuidades, Naomi Wolf fala do amadurecimento sexual da mulher. Com divertidas e ousadas histórias, ela ilustra o medo e a empolgação, as fantasias e realidade que compõem a jornada de descoberta erótica e emocional da jovem contemporânea. Revela os jogos sexuais, as paixões proibidas, a perda da virgindade e os ritos da iniciação Segundo Naomi Wolf, a sexualidade das adolescentes de hoje está comprometida. Numa sociedade sem ritos de passagem que orientem as meninas até a idade adulta, são poucos os marcos que indicam como crescer e se transformar numa mulher sexualmente ativa, saudável, dotada de amor-próprio. A partir dessas constatações a autora propõe mudanças no comportamento dos pais em relação à educação das filhas com o objetivo de criar uma ética de “maturidade” e uma ética de “responsabilidade sexual” que ajudarão as jovens a reconhecer o momento certo de se tornar mulheres.

Ao esclarecer a influência do mito da “piranha imaginária” que condiciona o desenvolvimento sexual da mulher, Promiscuidades examina o preconceito que se abate tanto na juventude, quando um simples “ficar com” pode provocar comentários negativos, quanto na idade adulta: “As mulheres, estejam elas escrevendo, lutando pela guarda dos filhos, entrando com uma ação por assédio sexual, ou apenas tentando fazer seu trabalho, temem ser definidas pejorativamente, muito mais do que os homens, por sua experiência sexual.”

Promiscuidades é também uma convocação a mulheres de todas as idades a não só reivindicar, mas também celebrar a natureza extraordinária de sua sexualidade.

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Sobre a autora

Assessora informal da primeira dama dos Estados Unidos Hillary Clinton, a escritora americana Naomi Wolf formou-se em literatura pela Universidade de Yale em 1984 e obteve bolsa de doutorado na Universidade de Oxford, Inglaterra. Seu primeiro livro, O mito da beleza, despertou a atenção de homens e mulheres, o entusiasmo de feministas e críticas acirradas dos contrários ao movimento. Tornou-se um best-seller internacional, traduzido e vendido em 14 países. Suas palestras, trabalhos para revistas e televisão, bem como consultoria a personalidades políticas, a confirmam como uma das grandes pensadoras do feminismo americano, hoje.

set72008

a arquitetura do eu

ARQUITETURA DO EU, A
PSICOTERAPIA, MEDITAÇÃO E TREINOS PARA O CÉREBRO

Autor:  MASCARO, LEONARDO
Editora: CAMPUS

Assunto: PSICOLOGIA
Ficha Técnica     Sobre o autor
ISBN: 8535220690
ISBN-13: 9788535220698
Livro em português
Brochura
- 16 x 23 cm 1ª Edição – 2008 200 pág.
O objetivo deste livro é apresentar ao leitor uma abordagem absolutamente do trabalho terapêutico, baseada em treinos para a mente e para o cérebro – a Neuropsicoterapia. Criada e desenvolvida pelo psicólogo e Mestre em neurociências, Leonardo Mascaro, esta abordagem visa a facilitar a experiência de autoconhecimento, mudança e desenvolvimento pessoal.

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Livro todo lido.

É meio técnico demais, cansa um pouco. Mas tem coisas interessantes.

ago312008

mudança de hábito alimentar

MUDANÇA DE HÁBITO ALIMENTAR
Editora: Tecmedd
ISBN-10: 8573630868 ISBN-13:
Idioma: Português
Origem: Nacional
Edição: 1
Número de páginas: 140
Lançamento: 20/5/2003

A idéia básica deste livro é servir de instrumento de apoio para os colegas médicos como para os pacientes, nos casos onde se busca uma reeducação dos hábitos alimentares. Este livro vai ser útil para quem quer emagrecer naturalmente, mas principalmente para quem está buscando algum equilíbrio a partir da alimentação. É um livro sobre alimentos, sem dietas radicais ou mirabolantes.Neste livro o leitor vai encontrar uma introdução às bases da medicina chinesa, onde serao explicados os mecanismos de adoecimento e sua correspondência com os diagnósticos alopáticos. Será feita também uma descrição dos alimentos a partir de um ponto de vista energético, e aqui talvez resida a maior diferença entre este livro e outros sobre alimentação.

Livro todo lido. concluído em 30/08/08

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