prisioneiro das circunstâncias
|
|
|
Figura daqui, Licença Creative Commons. |
A vantagem de ter um blog que pouca gente lê é que há mais liberdade de falar qualquer coisa. Não que seja consolador rsrs, mas é disso que eu preciso nesse momento, poder falar quase à vontade sobre os meus fantasmas. E com a audiência pequena, a liberdade de falar abobrinhas vai crescendo…
E lá venho eu de novo aqui, só pra escrever, só pra dizer algo que eu não tenho certeza do que é até que as palavras saiam do teclado.
Pois bem, o Aprendizado está uma porcaria.
E é por isso que eu estou aqui de volta e é por isso que eu não vou largar esse osso, até que aconteça.
Andei vacilando tanto que até perdi o rumo da prosa. Dias a fio sem anotar, dias a fio sem prestar atenção. E é preciso prestar atenção, porque a vida se esvai muito rápido, e o momento não há mais como recuperar. É preciso estar atento ao poder do agora. Não é moda dizer agora que só o momento presente é importante?
Não me pesei, porque com tanto descuido devo ter aumentado de peso. Deixo pra depois de uma semana mais caprichada, que há de ser essa.
E vou dissecar um pouco mais sobre o segundo significado. Diz o texto:
2. Sou prisioneiro das circunstâncias.
Essa
convicção é freqüente entre pessoas cuja vida foi alterada por uma tragédia ou por um revés da sorte, ou entre pessoas que têm habitualmente vivido a experiência da falta de recursos financeiros. Como foi discutido no Capítulo 1, o corpo pode expressar a convicção da sua condição de prisioneiro transformando-se numa prisão de gordura.
Objetivamente, isso tudo pode ou não ter influenciado pra eu engordar tanto em tão pouco tempo. Mas o importante agora é dizer pro meu corpo que nada disso é prisão, que foram ótimas escolhas que eu fiz, e que agora já deu mais do que tempo pra eu estar acostumada com isso tudo.
Então, corpo, sossega ai que não é preciso mais tanto stress, já tem muito tempo, essa é a sua vida, fica bem, ok? Foi livremente que eu escolhi estar aqui, preciso que meu corpo se lembre disso.



